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sexta-feira, 10 de julho de 2026

Saúde visual - Envelhecer não significa perder a visão. Especialista explica quando a Catarata deve ser tratada

Oftalmologista Francisco Lima
Credito: Higor Braga

_Muitos idosos acreditam que enxergar pior faz parte da idade. Embora a catarata seja consequência natural do envelhecimento do cristalino, a perda da visão provocada pela doença tem tratamento e, quando abordada no momento adequado, pode devolver autonomia, segurança e qualidade de vida_

É comum que a perda gradual da visão seja encarada como uma consequência inevitável do envelhecimento. No entanto, essa percepção faz com que muitas pessoas convivam por anos com limitações que poderiam ser tratadas.

A catarata, principal causa de perda visual reversível em idosos, faz parte do processo natural de envelhecimento do cristalino. Apesar disso, a redução da visão provocada pela doença pode ser revertida por meio de cirurgia, permitindo que muitos pacientes retomem atividades que haviam deixado de realizar.

Foto: Divulgação

Segundo o médico oftalmologista Francisco Lima, especialista em catarata e glaucoma, um dos maiores equívocos ainda observados no consultório é acreditar que a piora da visão faz parte da idade e, por isso, não merece investigação.

“Envelhecer é natural. Perder a visão por uma doença tratável não deve ser encarado como algo inevitável. Sempre que houver alteração persistente da qualidade da visão, o paciente deve procurar avaliação oftalmológica. Quanto mais cedo entendemos o que está acontecendo, melhores são as condições para indicar o tratamento no momento mais adequado.”

Entre os primeiros sinais da catarata estão visão embaçada, aumento da sensibilidade à luz, dificuldade para dirigir durante a noite, necessidade frequente de trocar os óculos, redução da nitidez das cores e sensação de que tudo parece menos iluminado.

Existe ainda um sintoma pouco conhecido. Algumas pessoas voltam temporariamente a enxergar de perto sem os óculos de leitura, fenômeno popularmente conhecido como “segunda visão”. Apesar de parecer uma melhora, essa alteração também pode indicar a evolução da catarata.

O mito da catarata “madura”

Durante décadas, muitos pacientes ouviram que era necessário esperar a catarata “amadurecer” antes da cirurgia. Segundo Francisco Lima, essa orientação pertence ao passado.

“Hoje não esperamos a catarata ficar avançada. O momento ideal para operar é quando ela começa a comprometer a autonomia, a segurança ou a qualidade de vida do paciente. Quanto mais endurecido o cristalino se torna, maior pode ser a complexidade técnica do procedimento.”

A decisão cirúrgica, explica o especialista, é individualizada e leva em consideração muito mais do que o grau da catarata. O impacto na rotina, nas atividades profissionais, na leitura, na direção de veículos, no lazer e na independência do paciente também faz parte dessa avaliação.

A cirurgia evoluiu muito

A cirurgia de catarata passou por uma transformação significativa nas últimas décadas e hoje figura entre os procedimentos mais seguros e realizados da medicina.

O procedimento é feito por meio de microincisões, geralmente sem necessidade de pontos, sob anestesia local e com duração aproximada de dez minutos. Na maioria dos casos, o paciente recebe alta no mesmo dia e percebe melhora importante da visão nas primeiras 24 a 48 horas.

Segundo Francisco Lima, porém, a cirurgia atual vai muito além da simples retirada da catarata.

“Hoje buscamos oferecer uma reabilitação visual personalizada. Além de substituir o cristalino opacificado, a cirurgia permite corrigir diferentes graus de miopia, hipermetropia, astigmatismo e, em muitos pacientes, reduzir significativamente a dependência dos óculos. O planejamento é individualizado para atender às necessidades e ao estilo de vida de cada pessoa.”

Muito além da visão

As limitações provocadas pela catarata costumam surgir de forma lenta e progressiva. Muitos pacientes deixam de dirigir à noite, aumentam a iluminação da casa para conseguir ler, passam a evitar atividades que exigem boa visão ou trocam os óculos repetidas vezes sem perceber que o problema não está mais na graduação das lentes.

Com a evolução da doença, tarefas simples como reconhecer rostos à distância, utilizar o celular, identificar medicamentos, cozinhar ou caminhar em locais pouco iluminados tornam-se cada vez mais difíceis.

Essa perda gradual da autonomia também aumenta o risco de quedas, fraturas, isolamento social e redução da independência, especialmente entre idosos.

Hábitos que ajudam a preservar a saúde ocular

Embora a catarata relacionada ao envelhecimento não possa ser completamente evitada, alguns hábitos contribuem para retardar seu aparecimento e preservar a saúde dos olhos.

Entre eles estão o uso de óculos com proteção contra os raios ultravioleta, alimentação equilibrada rica em antioxidantes, abandono do tabagismo e controle adequado do diabetes.

Francisco Lima ressalta ainda que as consultas oftalmológicas periódicas assumem papel cada vez mais importante a partir dos 40 anos. Além de permitir o acompanhamento da catarata, os exames possibilitam identificar precocemente doenças silenciosas, como glaucoma e degeneração macular relacionada à idade, antes que provoquem danos irreversíveis à visão.

“As pessoas estão vivendo cada vez mais. O objetivo não é apenas aumentar a expectativa de vida, mas preservar a qualidade da visão durante esse tempo. Em muitos casos, isso depende apenas de não aceitar a perda visual como uma consequência natural da idade e procurar avaliação no momento certo.”


Assessoria de Imprensa
Palavra Comunicação
Instagram: @palavracomunicacao


Ávolli anuncia parceria estratégica e inicia novo ciclo de crescimento em Goiânia

Cidade de Goiânia 
Crédito: Joabe Mendonça

_Movimento reforça a expansão da incorporadora goiana, amplia sua atuação no mercado de alto padrão e consolida a capital como centro da estratégia de crescimento da empresa._

A Ávolli, incorporadora que recentemente passou por um processo de rebranding e assumiu Goiânia como território prioritário de atuação, anuncia uma parceria estratégica que marca um novo capítulo em sua trajetória. O movimento reforça a confiança da empresa no potencial do mercado imobiliário goiano e amplia sua capacidade de desenvolver novos empreendimentos de alto padrão em maior escala na capital.

Monumento às Três Raças 
 Crédito: Joabe Mendonça

Neste novo momento, a incorporadora passa a unir forças com o Grupo Bild, um dos maiores grupos imobiliários do país e a 11ª maior construtora do Brasil. A companhia está presente em mais de 25 cidades brasileiras, possui mais de 2.600 colaboradores, mantém mais de 70 canteiros de obras ativos e soma mais de 1,6 milhão de metros quadrados em ativos. Nos últimos três anos, o grupo movimentou mais de R$ 7,9 bilhões, além de contabilizar mais de 170 empreendimentos entregues e 255 lançamentos imobiliários.

A chegada do Grupo Bild a Goiás marca a entrada da companhia em seu quinto estado de atuação. Na capital goiana, a parceria será voltada ao desenvolvimento conjunto de novos empreendimentos imobiliários, unindo a expertise nacional do Grupo Bild ao profundo conhecimento de mercado e à forte conexão da Ávolli com a região. A iniciativa cria uma base sólida para novos projetos de alto padrão e fortalece a presença das empresas no Centro-Oeste.

Dário Oliveira
Crédito: Agência Playmotioon

Para a Ávolli, o momento representa a consolidação da nova marca e de um posicionamento pautado pela construção de legados urbanos e pessoais, por meio de projetos que gerem valor para a cidade e para as pessoas.

“Assumimos Goiânia como nossa casa e como o principal eixo de crescimento da companhia. Esta parceria fortalece nossa capacidade de desenvolver projetos inovadores e de contribuir ainda mais para a evolução do mercado imobiliário goiano”, destaca Dário Oliveira, sócio-diretor da Ávolli.

A incorporadora já possui uma trajetória consolidada na capital por meio do 15W22 Contemporary Living, no Setor Oeste, empreendimento reconhecido pelo padrão de qualidade e pela proposta arquitetônica diferenciada. Agora, a empresa se prepara para ampliar sua presença no mercado local, impulsionada pela união com um dos principais grupos do setor imobiliário nacional e pelo desenvolvimento de novos produtos imobiliários.

Sócios André Campos, Dário Oliveira e Bruno Max 
 Crédito: Agência Playmotioon

A parceria também reforça a estratégia de expansão do Grupo Bild no Centro-Oeste. A companhia destaca que a união reúne sua escala operacional, experiência construtiva e capacidade de investimento ao conhecimento local e à origem goiana dos sócios da Ávolli, consolidando uma atuação de longo prazo em um dos mercados imobiliários mais promissores do país.

Mais do que um movimento de negócios, a parceria representa o encontro de duas empresas que compartilham o propósito de desenvolver empreendimentos capazes de deixar um legado positivo, impulsionar a transformação urbana e contribuir para o futuro da capital.

Assessoria de imprensa
Palavra Comunicação
@palavracomunicacao

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